terça-feira, 16 de abril de 2013

Oríkì òrìsà Òsùmàré e Osányìn




Oríkì Òsùmàré

Òsùmàré a gbe òrun li apa ira.
Ile libi jin ojo.
O pon iyun pon Nàná.
O fi oro kan idawo luku wo.
O se li oju obà ne.
Oluwo li awa rese mesi eko ajaya.
Baba nwa li ode ki awa gba ki.
A pupo bi òrun.
Olóbi awa je kan yo.
O de igbo kùn bi ojo.
Okó ijoku igbo elu ko li égun.
Okó ijoku dúdú oju e a fi wo ran.

Àse.

Òsùmàré permanece no céu que ele atravessa com o braço
Ele faz a chuva cair na terra.
Ele busca os corais, ele busca as contas de Nàná.
Com uma palavra ele examina Luku.
Ele faz isso perante seu rei
Chefe a quem adoramos
O pai vem ao pátio para que cresçamos e tenhamos vida
Ele é vasto como o céu
Senhor do Obi, basta à gente comer um deles para ficar satisfeito.
Ele chega à floresta e faz barulho como se fosse à chuva
Esposo de Ijó, a mata de anil não tem espinhos.
Esposo de Ijóku, que observa as coisas com seus olhos negros.

Àse.
 
 
 
 

Oríkì Òsányìn

 Ìba Òsányìn
Ìba oni ewè
Kó si àrún
Kó si àkóbá
Àse

Elogio para o espírito do medicamento das folhas.
Eu elogio o dono do medicamento das folhas.
Me livre de adoecer.
Me livre das coisas negativas.
Eu dou graças ao dono do medicamento.
Àse.



Trabalhos cedidos pela artista plástica.
Aislane Nobre - Salvador - Bahia 

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