quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

OGBÈ MEJI NOS FALA DE ORI.

Ogbè, diz que Orúnmilá é contra a ideia de se cometer atos danosos,
Ele conhece os nossos corações desde o princípio,
Conhece nossas cabeças, as fraquezas.
E a cabeça imortal que é Ori.
Brinca quando nos responde sobre a cabeça do peixe,
Quando nosso caminho está fechado e quando a lagoa se fecha e ela se abre quando é saudada junto ao Ori, que é solicitado a trabalhar com amor,
Ele cumprimenta as pessoas humildes.
E o ser pequeno,
O ser amado fora da terra, 
A cabaça contém o pó preto (carvão) suficiente,
A fila para a chegada dos quatro cavalheiros que são saudados,
Que fazem agrado ao ignorante tão necessário em Efon.
Apertando o cinto e cuspindo para limpar a terra,
O cuspe do Rei Òlókùn, que cospe okùn (o mar), 
O sopro de Ogbè (dai ter nascido a expressão):
"Ape oli okijin"
Que significa:
Ogbè nasceu da “longa respiração” (ou do longo ar).
Orúnmilá que saúda o seu rio,
Que saúda o som e escuta tudo,
Tem na mão a árvore sagrada (dendezeiro) e
E alegra-se com a sua estatua vestindo màrìwò, (folha de dendezeiro),
Põem sal que dá bom grado ao filho,
A cabaça e saudada junto com as estátuas (òrìsà),
Ele aparece e saúda o que se fecha (a morte) é quando se vê o homem chorar (o ser humano).
 
Àse.

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O Culto Tradicional Yorùbá, vem resgatar nossa cultura milenar, guardada na cabaça do tempo.