quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

ITANS DE ÒGÚNDA-MEJI / ÒGÚNDA JA MEJI

Foi um dos seus seguidores chamado Ala boun boun lofo kpiriri kparara, quem fez divinação para ÓGÚNDÀ - MEJI quando ele sem saber seduziu Epipayemi, a esposa clara do Rei da Morte. Ala boun boun era na realidade o marimbondo, que alertou Ógùndá meji para evitar ter alguma coisa a com a mulher amarela, que estava para ser a Rainha da Morte. Entretanto foi avisado a dar um bode a Èşu, o que se recusou a fazer porque não tinha intenção de ter nada a com a mulher amarela do Rei da Morte.
Não muito tempo depois, o Rei da Morte enviou sua esposa Epipayemi com uma bolsa de dinheiro para comprar um bode para ele no mercado de Oja-Ajigbomekon Akira. Ao mesmo tempo, Ógùndá meji, tinha pensado melhor, e resolveu fazer o sacrifício indo ao mercado para comprar ele mesmo o bode para uma oferecer a Èşu.
Quando Epipayemi chegou ao mercado, ela comprou um bode e uma quantidade de condimentos de cozinha, e deixou-os em sua barraca para olhar outra coisa no mercado.
Nesse ínterim, Ògúndá chegou ao mercado e descobriu que o único bode do mercado era o amarrado na barraca de Epipayemi. Ele não largou o bode com a determinação que o compraria de quem quer que fosse. Logo em seguida, Epipayemi chegou a sua barraca para encontrar um homem agarrado no seu bode. Ela estava irresistivelmente bela. Disse a Ògúndá que ela era a proprietária do bode, porque seu marido, o Rei da Morte, a tinha enviado ao mercado para comprá-lo.
A despeito desta revelação, Ògúndá forçadamente tomou o bode dela e o levou para sua casa.
Indomavelmente, a mulher não largou sua corda e combateu com Ògúndá até que chegaram a sua casa. Chegando a casa, ele usou o bode para fazer sacrifício para Èşu e declarou seu amor por Epipayemi. Agora estava anoitecendo e havia se tornado muito tarde para Epipayemi retornar para casa.
Ela não tinha opção a não ser passar a noite com Ògúndá que fez amor com ela durante a noite.
Contudo, ela o alertou das conseqüências de seus atos, porque estava certa de que Ògúndá não poderia suportar a fúria do seu marido.
Na manhã seguinte, quando Epipayemi fracassou em retornar para casa, Morte começou a questionar o povo que foi ao mercado no dia anterior, no porque sua esposa não retornara para casa.
Eles explicaram-lhe que a viram combatendo sobre o bode com um homem negro conhecido por ser um dos filhos de Ọrúnmilá.
Morte então enviou dois mensageiros a Ògúndá para alertá-lo que por seduzir sua esposa, estava indo dentro de sete dias para tratar com ele.
Foi naquele momento que ele se recordou o que o marimbondo lhe disse na divinação sobre o risco de seduzir a esposa do Rei da Morte. Sabendo que estava indefeso em face do castigo que o aguardava, decidiu resignar-se e a se lamentar parando de comer qualquer comida.
No quinto dia, Osonyin, o irmão divino de Ọrúnmilá decidiu visitar Ògúndá. Chegando a casa de Ógùndá meji, o encontrou recluso aguardando a morte. Osonyin lhe disse para arranjar coragem e firmar se.
Ele se ofereceu para ir e confrontar Morte.
Osonyin pediu a Ògúndá para se vestir com o que ele usava para se transfigurar, assim como seu bastão de divinação (Uroke) e seu boné. Ele vestiu a roupa e o boné, segurando o bastão em sua mão. Quando Osonyin chegou à casa de Morte, ele rapidamente reconheceu a casa porque era lavada diariamente com sangue humano.
Ao entrar na casa, sentou-se na sala de entrada e exigiu ver o Rei da Morte porque ele tinha vindo lhe prestar visita. Quando foi dada a descrição do visitante ao Rei da Morte, ele soube que fora Ógùndá meji quem enviara Osonyin para ir e provocá-lo. Irado, Morte deu instruções para o visitante ser preso, executado e esquartejado em pedaços pequenos.
Os seguidores da Morte pegaram Osonyin e surraram-no e cortaram-no em pequenos pedaços e peças. A pedido de Morte, os pedaços do corpo de Osonyin foram espalhados na encruzilhada.
Em tempo, seus executores voltaram para a casa e Osonyin estava sentado placidamente esperando por eles. Assim que o viram, ele insistiu que não desperdiçassem seu tempo porque ele veio ver o Rei da Morte. Estáticos com o susto e pasmos, os mensageiros reportaram a Morte que o visitante estava de volta na casa antes deles e depois que eles haviam matado-o e esquartejado em pedaços.
Morte ordenou-lhes para matá-lo novamente e atirar seus pedaços no rio para alimentar aos peixes.
Mais uma vez, eles mataram e esquartejaram seu corpo em vários pedaços pequenos e lançaram-nos no rio. Quando retornaram para casa para informar a realização da missão, encontraram Osonyin novamente na sala neste momento soltando fumaça porque era muito difícil ver o Rei da Morte. Ele indagou se o Feroz Morte estava com receio de ver uma divindade mais nova.
Quando informaram Morte de sua misteriosa ressurreição, ele lhes disse para cortá-lo mais uma vez, cozinhar os pedaços e jogá-los no incinerador para serem queimados até cinzas. Mas antes que eles retornassem para casa, Osonyin mais uma vez estava aguardando-os na sala esbravejando que entraria de penetra se Morte continuasse se recusando a vê-lo.
Sem saber exatamente o que fazer dele, Morte enviou seus mensageiros para pedir a Osonyin para dizer a seu irmão que ele havia cedido Epipayemi para ele em paz. Quando eles narraram a mensagem a Osonyin, ele berrou que para não criar uma confusão no céu, Morte deveria enviar um de seus mensageiros para acompanhá-lo a entregar a mensagem para seu irmão. Morte imediatamente concordou e enviou um de seus guarda-costas para acompanhar Osonyin e levar a mensagem a Ògúndá.

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