quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

ITANS DE ODI - MEJI

ODI MEJI COMO UM NOTÁVEL LUTADOR.

Como foi explicado anteriormente Odi Meji era famoso ou público no céu mais por sua combatividade do que por sua prática de Ifá. Sua pequena tarefa diária consistia em desafiar as divindades mais fortes do céu para lutarem e quase invariavelmente, ele sempre saia vitorioso. Ele era habituado a sair de casa de manhã para gritar: LOOGBAN - OO.
Um dia quando ele gritou Loogban-oo. O próprio rei da morte saiu para desafiar Odi Meji para uma competição de luta corporal com uma resposta sarcástica e menosprezante, Odi Meji, disse ao rei da morte, que ele não estava acostumado em lutar luta romana com um ser maneta, porque ele não teria oportunidade de mostrar a sua superiorídade de sua força. Ele insistiu que aceitaria de criaturas com mais de uma cabeça.
Tão logo as novidades circularam que Odi Meji só lutaria com pessoas carregando mais de uma cabeça, uma divindade com duas cabeças saiu para encontrá-lo.
Assim que ele aceitou o desafio ele arrancou uma de suas duas cabeças deixando com uma.
Explicando seu objetivo declarando que ninguém tinha o direito de carregar mais de uma cabeça,
estava determinado a forçar mais dos habitantes do céu a criaturas com uma cabeça.
No dia seguinte, a divindade com três cabeças saiu para desafiar Odi Meji, e ele arrancou suas duas cabeças deixando-o com uma. O processo continuou até ele encontrar por acaso a divindade com nove cabeças. Esta foi a primeira a sair de manhã para desafiar Odi Meji, gritando Loogban-oo...
Quando Odi-Meji aceitou, ele rapidamente arrancou oito das cabeças extras da divindade, mal fez seu oponente cair no chão e então ele estava em pé novamente para comprometer Odi Meji, para a segunda luta.
Neste meio tempo Ajala, por outro lado conhecido como Agbede-Ògún, quem é o modelador de cabeças do céu, alegrou-se que enquanto Iji estava no céu ele teria trabalho em abundância para fazer.
Ele estava no local de julgamento de competições, quando Ajala viu que a disputa estava se tornando forte, ele tem um oximoro (figura de linguagem que reúne problemas aparentemente contraditórios.) para Odi.
Orientado com uma expressão que Ajala conhecia como para partir mais das partes do corpo salvo a coluna vertebral. Aquele foi o sinal para Odi atacar seu oponente pela coluna vertebral. Odi, imediatamente recebeu a mensagem erguendo seu oponente na coluna vertebral, e ele caiu no chão. Após destroçar seu oponente Odi, foi para casa com as esposas e as propriedades de todos aqueles que subjugou, como era de costume no céu. A última divindade que ele destruiu foi o Alará do céu.
Chegando a casa Odi convocou todos os Awo do céu e lhes disse para revelarem o nome da esposa de Alará, a última mulher que ele herdou de suas contendas.
Seu nome era BOLA WUN MI - significa minha esposa favorita.
Declarar seu nome literalmente conotaria um desejo de seduzir a mulher a qual apanhou a pessoa revelando seu nome com Odi.
Ninguém mencionou seu nome daquela forma, pois qualquer um que o fizesse era desafiado para outra lança, fixando a luta em chão pedregoso. Todos aqueles que passaram por esta prova de fogo falharam e Odi confiscou todos os seus objetos pessoais neste processo, até que veio à vez de OLIGHARABAFE, que tinha sido avisado na divinação para oferecer uma ave para sua cabeça, e prepará-la com Eko. Ele tinha sido avisado para dar as patas da ave para seu primeiro visitante na manhã seguinte ao sacrifício para sua cabeça.
Por vez ele foi preparar outro sacrifício, para Èşu com pudim de quiabo (?) e outros objetos escorregadios. Ele também foi avisado para insistir que ele só lutaria no alto de uma bandeja de Ifá chamada Akpako, na manhã da batalha de Oligbarabafe com Odi, o último enviou seus três filhos:
Chamados Iboru, Iboye, Ibosise para visitar Oligbarabafe e convocá-lo para visitá-lo porque ele estava muito doente.
Quando os garotos chegaram à casa de Oligbarabafe, ele lhes disse para informar a seu pai que o visitaria, tão logo colhesse algumas folhas do mato para seu tratamento.
Como os garotos estavam prestes a partir, ele se lembrou da pata da ave, que lhe tinha sido avisado para dar para quem quer que fosse o primeiro visitante naquela manhã.
Ele rapidamente chamou os garotos de volta e convidou-os a comer algo antes de retornarem para casa. Eles comeram Eko e as patas da ave, depois de comerem o mais velho dos três filhos de Odi recordou a seus outros dois irmãos que ninguém matava um anfitrião após ter gozado de sua hospitalidade. Em outras palavras: a lei no céu era que ninguém deveria matar uma pessoa após comer sua comida. Com aquilo eles resolveram revelar todos os segredos de seu pai para Oligbarabafe se salvar das maquinações de seu pai. Eles lhe ensinaram o meio correto de pronunciar o nome de Bolawunmi, bem como o local no chão rochoso no qual prendeu o Okparere, ou espetar ao chão da câmara privada de seu pai que é no dreno de água (Urara men em bini e Oríole em Yorúba), em cujo ponto uma rã era usada para o sacrifício toda manhã. Eles também lhe disseram como posicionar seu Akpako, avisando o que assim que seu pai parasse que ele deveria proclamar que haviam caído com isto os garotos foram para casa. Quando Oligbarabafe foi à casa de Odi ele se queixou sobre sua doença, mas lhe disse que antes de fazer alguma coisa para curá-lo, ele primeiro revelaria o nome de sua esposa como prova de sua habilidade. Oligbarabafe, rapidamente perguntou-lhe, não era a antiga esposa de Alara chamada de Bolawo Kpe Uwa Jeon Awon awo, que é a única mulher que atrai o sacerdote de Ifá; Odi ficou aborrecido e desafiou Oligbarabafe para uma disputa no 7º dia. Oligbarabafe replicou que não havia motivo para esperar por sete dias, porque ele estava preparado para lutar ali e por isso sem mais nenhuma preparação, Odi, entretanto insistiu que
não estava bem o suficiente para lutar, eles deveriam mantê-la suspensa até o 7º dia. Foi combinado e com aquilo, Oligbarabafe tirou as folhas que preparou para Odi, deu-as a ele, dizendo-lhe como usá-la e saiu da casa. Antes de partir Oligbarabafe notificou que o nome de Bolawimi, verdadeiramente que se falhasse em restituí-la para Alara, ele perderia sua própria vida por causa de sua saudação.
No 7º dia, Oligbarabafe retornou a casa de Odi para lutar, tão logo começou a disputa, Odi sentou-se no Akpako de Oligbarabafe, o qual se tornou difícil para o último no manusear sem saber o que fazer em seguida, Olugbarabafe tirou seus instrumentos divinatórios e consultou-os e foi avisado para rapidamente oferecer um bode a Èşu, a qual ele fez fritando a carne e colocando em frente à Odi, que então estava faminto de seu assento na bandeja de Ifá. Ele também foi avisado para usar um pombo para sacrificar o qual ele assou-o com óleo de palma após o que amarrou o num barbante suspendendo-o acima da onde estava sentado Odi. O Óleo do pombo estava pingando na cabeça de Odi. Quando este olhou para cima e viu o pombo assado.
Quando Odi se levantou para alcançar a carne, Oligbarabafe rapidamente puxou seu Akpako liberando-o de Odi. Odi viu então a encantadora carne de bode na frente dele. Assim que ele se levantou para arrancá-la para comer, seu oponente finalmente retirou seu Akpako. Tão logo Odi descobriu o que Oligbarabafe tinha sucesso em recuperar seu Akpako, ele admitiu que seu oponente tivesse passado em todas as provações, mas que havia uma final para ir. Ele convocou-o a cravar sua lança no chão de sua câmara secreta. Oligbarabafe rapidamente viu a água drenada e ele fincou a lança ali e prendeu. No final da disputa Odi proclamou que seu trabalho no céu tinha sido completado, tendo encontrado alguém tão forte, esperto, e inteligente quanto ele mesmo.
Ele então decidiu que era o momento de partir do céu para a terra. Como todos os outros três
companheiros Olodus tinham feito antes dele.
Quando Odi Meji surge no Ugbodu, ele deverá ser avisado de fazer sacrifício afim de que não sofra problemas com crianças. Quando sai na divinação, a pessoa deverá ser avisada para guardar-se de discutir sobre uma mulher. Ele deverá ser alertado de oferecer um bode a Èşu, a fim de ter sucesso na discussão inevitável. Ele também deverá fazer oferenda para sua cabeça e para Ògún.
Quando surge na divinação com Okpele a pessoa devera ser avisada que está se preparando para uma jornada na qual deverá abster-se de empreender. Mas se é necessário ir, ele deverá servir Ògún, antes de embarcar. Ele será convocado a participar de conversas nas quais ele não deverá travar sem primeiro servir Ògún.

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